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ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES DE ALUNOS PARA O PRÉ-VESTIBULAR DA AERJ

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Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro
Rua República do Líbano, nº 35 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 13.248.184/0001-55
aerjnaluta@gmail.com
022 98137-4838


ESTUDANTES DO RJ ORGANIZADOS PRA LUTAR PELA EDUCAÇÃO EM 2020



 Sábado, dia 10, ocorreu a primeira reunião da diretoria plena da AERJ deste ano, diversos estudantes de várias cidades do Estado se encontraram na casa dos Estudantes e traçaram várias mobilizações pra este novo período.
 Foi colocado em pauta: o calendário da instituição, o CONUBES e o ENET 2020, também debatemos sobre a UBES que queremos, uma entidade combativa que defende inteiramente os direitos dos Estudantes.


https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2899563566755675&id=459814367397286&sfnsn=scwshmo&extid=Qou1Yse4Ur5V4F0x

https://twitter.com/aerjnaluta/status/1216509854204022784?s=21


Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro
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Bolsonaro espera comemorações de natal para atacar os institutos federais e universidades

A Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro (AERJ) vem a público manifestar seu repúdio à MP 914, publicada ontem, véspera de Natal (24/12), por Bolsonaro. A MP permite que ele escolha o reitor dos institutos federais e universidades entre os três primeiros mais votados de uma lista tríplice. Ele também diminuiu o peso do voto de alunos e técnicos para 15% em contraste com os 70% para professores. E, esse reitor escolhido pelo presidente, agora será o responsável por escolher os diretores gerais de cada unidade. Durante esse ano, o presidente já tem nomeado interventores e atacado a autonomia dos institutos federais, como mostra o caso de Marcelo Nogueira no CEFET/RJ.

Antes dessa medida, as eleições para reitor e diretor geral nos Institutos Federais de Educação aconteciam de forma direta e com igual peso entre professores, técnicos e alunos. Agora, caso essa medida seja aprovada no Congresso Nacional, todo o processo democrático fica comprometido, acabando com a autonomia dos IFs.

Essa medida tem como único objetivo aumentar a interferência do governo na administração das autarquias federais, coisa completamente autoritária e ilegítima, possibilitando ao presidente colocar seus aliados nas reitorias e diretorias gerais dos colégios federais, cerceando o direito dos estudantes de se organizar e possibilitando controlar de forma mais direta o movimento estudantil, que foi ponta de lança em manifestações por todo o Brasil contra outras medidas antipopulares do governo.

Essas ações totalmente antidemocráticas do Governo Bolsonaro mostram a todo o corpo discente o desprezo que esse governo tem com a educação e com os estudantes, sendo necessário cada vez mais fazer frente a essas medidas e a esse projeto de desmonte da educação pública, ocupando todos os espaços possíveis e lutando por nossos direitos.

Por um 2020 de lutas!
Abaixo a MP 914!
Abaixo o governo Bolsonaro!
Fora Weintraub.

https://www.instagram.com/p/B6gXeA8Jru6/?igshid=bo57th2ptxj3

https://twitter.com/aerjnaluta/status/1209908422499590149?s=21

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PELA PRIMERA VEZ NA HISTÓRIA A SEEDUC NÃO APRESENTA SEU BALANÇO ANUAL NA ALERJ

     

   A Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro, repudia veementemente a SEEDUC por não comparecer em Audiência Pública da Comissão Permanente Estadual de Educação da ALERJ, que seria discutindo o balanço anual da secretária nos anos 2018/2019.  Vale ressaltar que as audiências públicas são de caráter obrigatório, pois são previstas em lei que prevê a presença da secretária estadual de educação. Provavelmente essa atitude do governo é mediante as obstruções da oposição na ALERJ contra um pacote do governo, entre as metas apresentadas está a implementação das escolas cívicas-militares. Na perspectiva do direito à educação, viola o artigo 206 da Constituição da “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”, do “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” e da gestão democrática do ensino público. O art. 15 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação regulamenta a prerrogativa de autonomia das escolas, progressivamente assegurada, em vertente oposta à intervenção de militares na gestão escolar. Os objetivos e propósitos das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica não comportam o princípio pedagógico dessas escolas, definido como “hierarquia e disciplina”. Quanto aos profissionais do magistério, a militarização viola o art. 61 da LDB, que delimita que estão legalmente autorizados ao trabalho no ensino os professores e os trabalhadores da educação com habilitação específica.
   Além de inconstitucional, a militarização viola os tratados internacionais assinados pelo Brasil, especialmente a Convenção sobre os Direitos da Criança, de 1989, ratificada e promulgada no Brasil na década de 1990 e que sujeita o país ao monitoramento internacional rotineiro.


   Mesmo com a ausência da SEEDUC as representações fizeram diversas denúncias do descaso da secretaria entre eles: A Alienação dos Grêmios Estudantis e que os mesmos estão exercendo funções diversas nas escolas, a Promessa de construção de 16 escolas que não foi cumprida, descentralização de verbas, reajuste inflacionário, carência de vagas, falta de professores, a maioria dos professores GLPs são habilitados e não lecionam sua disciplina de origem, descaso com o C.E Stella Matutina, a direção autoritária do C.E Maria Teresinha, entre outras. Em tempo, todas as representações clamaram pela aprovação do PEE(Plano Estadual de Educação).
   Em toda história de SEEDUC nenhuma gestão deixou de apresentar seu plano anual, isso afere o descaso do Estado com o corpo discente e docente do Estado do Rio de Janeiro, provando sua meta principal que é o desmonte da Educação Pública.

“Vivemos no Brasil um quadro no qual temos uma parcela enorme da população que não conclui o ensino fundamental e médio. Anualmente, precisamos acompanhar as condições de acesso à rede de educação para que possamos planejar ações que busquem a melhoria da qualidade e uma maior permanência dos estudantes. É preciso garantir o acesso ao conhecimento a todos”, afirmou o presidente da comissão da ALERJ, Deputado Flávio Serafini”

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História do Movimento Estudantil


O que é Grêmio?
    O Grêmio é a organização que representa os interesses dos estudantes na escola. Ele permite que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade. O Grêmio é também um importante espaço de aprendizagem, cidadania, convivência, responsabilidade e de luta por direitos. Por isso, é importante deixar claro que um de seus principais objetivos é contribuir para aumentar a participação dos alunos nas atividades de sua escola, organizando campeonatos, palestras, projetos e discussões, fazendo com que eles tenham voz ativa e participem – junto com pais, funcionários, professores, coordenadores e diretores – da programação e da construção das regras dentro da escola. Para resumir: um Grêmio Estudantil pode fazer muitas coisas, desde organizar festas nos finais de semana até exigir melhorias na qualidade do ensino. Ele tem o potencial de integrar mais os alunos entre si, com toda a escola e com a comunidade.

“Sonho que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade.” Raul Seixas

    Participar é importante para poder transformar. Se não estamos satisfeitos com alguma coisa, podemos propor alternativas e participar na sua transformação. Se estamos contentes com algo, podemos participar na sua divulgação e contribuir para que outras pessoas aprendam com nossa experiência. Isso é exercício de cidadania. Por isso é muito importante aprendermos a participar organizadamente das atividades da sociedade, da nossa comunidade e da nossa escola. E a melhor forma de aprender a participar é participando, ou seja, aproveitando as oportunidades que aparecem ou mesmo criando-as. Quanto mais estimulamos a colaboração e a solidariedade dentro da escola e em nossa comunidade, mais estaremos participando da construção de uma cidadania ativa, consciente e responsável. Esse é o desafio do GRÊMIO LIVRE ESTUDANTIL. PARTICIPE!

“Tudo o que acontece no mundo, seja no meu país, na minha cidade ou no meu bairro, acontece comigo. Então, eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida.” Herbert de Souza (Betinho)


O movimento estudantil na História do Brasil!!!

     A juventude sempre cumpriu – e cumpre – um papel importante na História dos povos. No Brasil, também é assim. Selecionamos alguns momentos importantes em que os estudantes organizados se posicionaram, defendendo os direitos de nossa sociedade, transformando a realidade em que viviam e contribuindo ativamente na construção de um país melhor. E fizeram História. 
1710 Quando mais de mil soldados franceses invadiram o Rio de Janeiro, uma multidão de jovens estudantes de conventos e colégios religiosos enfrentou os invasores, vencendo-os e expulsando-os. 1786 Doze estudantes brasileiros residentes no exterior fundaram um clube secreto para lutar pela Independência do Brasil. Alguns estudantes desempenharam papel fundamental para o acontecimento da Inconfidência Mineira.
1827 Foi fundada a primeira faculdade brasileira, a Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Este foi o primeiro passo para o desenvolvimento do movimento estudantil, que logo integrou as campanhas pela Abolição da Escravatura e pela Proclamação da República.
1897 Estudantes da Faculdade de Direito da Bahia divulgaram, através de um documento escrito, as atrocidades ocorridas em Canudos (PE).
1901 Fundação da Federação de Estudantes Brasileiros, que iniciou o processo de organização dos estudantes em entidades representativas. 
1964 Em 1º de abril, o Golpe Militar derrubou o presidente João Goulart. A partir daí foi instituída a ditadura militar no Brasil, que durou até o ano de 1985. Neste período as eleições eram indiretas, sem participação direta da população no processo de escolha de presidente e outros representantes políticos. Os estudantes formavam uma resistência contra o regime militar, expressando-se por meio de jornais clandestinos, músicas e manifestações, apesar da intensa repressão.
1968 Em março, morre o estudante Edson Luís, assassinado por policiais no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. No congresso da UNE, em Ibiúna, os estudantes reuniram-se para discutir alternativas à ditadura militar. Houve invasão da polícia, muitos estudantes foram presos, mortos ou desapareceram, evidenciando a repressão e a restrição à liberdade de expressão que eram características desse período. Em junho deste ano ocorre a passeata dos Cem Mil, que reuniu artistas, estudantes, jornalistas e a população em geral, em manifesto contra os abusos dos militares. Em dezembro, durante o governo do general Artur da Costa e Silva, foi assinado e decretado o Ato Institucional número 5 (AI-5) que cassou a liberdade individual, acabando com a garantia de Habeas Corpus da população. O que é HABEAS CORPUS? É o instrumento de defesa contra atos arbitrários que ferem o direito de ir e vir de cada indivíduo.
1979 As entidades estudantis começam a ser reativadas. Acontece a primeira eleição por voto direto na história da UNE, quando é eleito o presidente baiano Rui César Costa e Silva. 1984 “1,2,3,4,5 mil. Queremos eleger o presidente do Brasil!!!” Diretas Já! – movimento da população, com participação fundamental dos estudantes e dos políticos progressistas, para a volta das eleições diretas para presidente no Brasil. O congresso votou a favor das eleições indiretas e Tancredo Neves foi nomeado presidente para o próximo mandato (a partir de 1985). Ficou decidido que as próximas eleições, em 1989, seriam diretas. Depois de 34 anos de eleições indiretas Fernando Collor de Melo é eleito presidente.
1992 Acontecem sucessivas manifestações nas ruas contra a corrupção no governo dando início ao movimento de estudantes chamado Caras Pintadas, que resultou no Impeachment do então Presidente da República, Fernando Collor de Melo. O que é IMPEACHMENT? É a cassação do mandato do presidente – ou outro cargo executivo – por razões de conduta que não estejam de acordo com a lei.


Grêmio passo a passo 


    Para formar o Grêmio são necessários 5 grandes passos, todos muito importantes.


1º passo - O grupo interessado em formar o Grêmio comunica a direção escolar, divulga a proposta na escola e convida os alunos interessados e os representantes de classe (se houver) para formar a COMISSÃO PRÓ-GRÊMIO. Este grupo elabora uma proposta de Estatuto que será discutida e aprovada pela Assembléia Geral.
2º passo - A Comissão Pró-Grêmio convoca todos os alunos da escola para participar da ASSEMBLÉIA GERAL. Nesta reunião, decidem-se o nome do Grêmio, o período de campanhas das chapas, a data das eleições e aprova-se o Estatuto do Grêmio. Nessa reunião também se definem os membros da COMISSÃO ELEITORAL
3º passo - Os alunos se reúnem e formam as CHAPAS que concorrerão na eleição. Eles devem apresentar suas idéias e propostas para o ano de gestão no Grêmio Estudantil . A Comissão Eleitoral promove debates entre as chapas, abertos a todos os alunos.
4º passo - A Comissão Eleitoral organiza a ELEIÇÃO (o voto é secreto). A contagem é feita pelos representantes de classe, acompanhados de 2 representantes de cada chapa e, eventualmente, dos coordenadores pedagógicos da escola. No final da apuração, a Comissão Pró-Grêmio deve fazer uma Ata de Eleição  para divulgar os resultados.
5º passo - A Comissão Pró-Grêmio envia uma cópia da Ata de Eleição e do Estatuto para a Direção Escolar e organiza a cerimônia de POSSE DA DIRETORIA do Grêmio (quem cuidará do que no Grêmio Estudantil). A cada ano, reinicia-se o processo eleitoral a partir do 3º passo.

“Ser estudante é algo muito sério. É quando as idéias se formam, é quando mais se pensa num meio de ajudar o Brasil.” Clarice Lispector.


CADASTRE SEU GRÊMIO
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     A AERJ - Associação dos Estudantes secundaristas do Estado do Rio de Janeiro, Convoca todos os estudantes da zona norte e adjacentes da Cidade do Rio de Janeiro para o grande Encontro discente, que ocorrerá no dia 29 de novembro, no Instituto de Educação Carmela Dutra - Madureira, ás 13:00. Será debatido várias pautas estudantis, entre elas:  a não obrigatoriedade do uniforme escolar, passe livre, atuação dos Grêmio estudantis e discutiremos as consequências com o fim do FUNDEB.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, multidão e atividades ao ar livre
    Sua participação é muito importante para a manutenção do Movimento Estudantil Secundarista.
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PASSE LIVRE | Ontem dia 12, foi aprovado na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro a destinação de 10 milhões do fundo de combate à pobreza para que os estudantes do Técnico Subsequente tenham direito a Passe Livre!

#PasseLivre #Passe #AERJ #FENET #IssoQueÉFederacao #tiraamãodomeucartão #RioCard #passeestudantil #Estudantes #RJ #ALERJ

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Dia 7 de Novembro rolou o Encontro de Estudantes do Município do Rio de Janeiro, que reuniu cerca de 100 jovens de diversas regiões da cidade do Rio para debater os problemas das nossas escolas e ampliar a organização estudantil frente aos ataques que a educação tem vivenciado.
A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sentadas




Diante da atual conjuntura e os projetos de desmonte da nossa educação, a organização da juventude é fundamental na luta contra os ataques aos direitos dos estudantes e do povo.


Nos dias 01/10 e 02/10 rolaram diversas atividades nas escolas do Sul Fluminense. Estudantes organizados com a AERJ e FENET promoveram uma assembleia com os grêmios do IFRJ de Volta Redonda, Pinheiral e Resende no CIEP 291 em defesa da educação, incentivando a criação de grêmios nas escolas estaduais e a união de todas as escolas públicas da cidade contra os cortes, em defesa da Educação, pela soberania nacional e mobilizando para o grande ato Nacional do dia 03/10, mobilização para o ESEET (Encontro Sudeste dos Estudantes em Ensino Técnico), além da roda de conversa sobre O papel da Juventude no desmonte da educação, contando com a presença de diversos profissionais da educação e grêmios na construção do debate.



Os estudantes do Sul Fluminense junto com a AERJ e a FENET estão se organizando sua rebeldia na luta contra os ataques a nossa educação.







- NOTA DE REPÚDIO -

A Associação dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro vem a
público manifestar seu total repúdio ao anúncio do Ministério da Educação nesta
terça-feira (30/04), onde noticia um bloqueio de 30% na verba de todas as
universidades e institutos federais do país.
Temos em mente que as universidades e institutos de ensino devem
sempre ser um espaço de liberdade de expressão e de ideias. Justificar um corte
de gastos tão expressivo com algo tão subjetivo e não categorizado como
"balbúrdia" abre perigosos precedentes para minar essa liberdade com medo e
autoritarismo.
Entendemos que também não faz sentido justificar esse bloqueio com
uma suposta ineficiência, já que as universidades primariamente afetadas estão
entre as 50 melhores da América Latina, segundo o ranking publicado pela
revista britânica "Times Higher Education".
Declaramos também nossa discordância completa da visão mercantil que
se foi posta sobre a educação. Vemos a educação como meio de formar
cidadãos e cidadãs cientes de sua realidade e com senso crítico para atuar nas
diferentes situações da vida. Em nossa visão, o aluno não é apenas alguém que
servirá no futuro ao mercado como mão de obra, mas também é um indivíduo
singular que deve usar a educação para aperfeiçoar a si mesmo nos mais
diversos aspectos da vida pública e privada.
Deixamos aqui nossa posição contrária à reforma da previdência e à
utilização do ensino público superior como moeda de troca para a aprovação da
reforma. Dizemos isso com base nas declarações do MEC na noite do dia 30/04
de que os bloqueios orçamentários poderiam ser revistos pelos ministérios da
economia e casa-civil caso a reforma da previdência seja aprovada no
congresso. Reiteramos nossa posição diametralmente oposta à essa que se
coloca de uma educação como mercadoria, onde apenas é vista como gastos
públicos indistintos dos demais. Para nós, a educação deve ser um direito
universal.

Rio de Janeiro – RJ, maio de 2019
Associação dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro






NUNCA MAIS NOS CALARÃO!

EM MEMÓRIA DO ESTUDANTE MARCOS NONATO DA FONSECA


Marcos Nonato da Fonseca, o "Marquinhos", nasceu no Rio de Janeiro em 1953. Estudou no tradicional Colégio Pedro II (berço de muitos revolucionários e líderes estudantis). Se envolveu desde muito pequeno na luta contra a ditadura militar brasileira.
De origem humilde e afrodescendente, cuidava dos irmãos menores enquanto seus pais trabalhavam: ela, como manicure, ele, como cozinheiro. Morava numa casa muito simples em São Conrado. Nutria admiração especial pela vida e atitudes de Dom Helder Câmara em favor dos necessitados.



Foi um estudante assassinado aos 19 anos por policiais durante a ditadura militar por seu envolvimento na oposição ao regime.
O carioca Marcos Nonato da Fonseca tinha envolvimento desde os 13 anos com a luta contra a ditadura militar no país. Aos 16 anos saiu de casa e juntou-se à Ação Libertadora Nacional (ALN). Foi denunciado pelo dono de um restaurante que frequentava e, junto a mais très amigos, assassinado.
É um dos casos investigados pela Comissão Nacional da Verdade e hoje, o Grêmio Estudantil do Colégio Pedro II - Campus Humaitá II leva o seu nome em homenagem ao militante.

Marquinhos foi um dos Estudantes que foram assassinados pela Ditadura Militar, diversos outros jovens foram mortos e tiveram seus corpos dilacerados por este regime, a maioria dos casos até hoje continuam sem solução.

Nós repudiamos todo tipo de comemoração a este regime!
Lutamos pela abertura dos arquivos da Ditadura para que os assassinatos venham a ser investigados e para que todos os torturadoress venham a ser punidos!

#DitaduraNuncaMais
#PelaAberturaDosArquivosDaDitadura
#AERJNaLuta



Entramos em mais um ano e os problemas para nós estudantes parecem só aumentar! 
Cerca de 20 mil alunos ficarão fora da escola por falta de vaga na rede estadual do Rio de Janeiro. Isto é efeito direto do fechamento de mais de 200 escolas estaduais e do encerramento de uma quantidade também enorme de turmas e turnos durante os últimos governos . Agora muitos de nós não conseguem encontrar vaga em alguma escola; Enquanto os nossos governantes jogam a culpa um para o outro, nós permanecemos sem ter onde estudar e sem qualidade de ensino. 


Como se isso não fosse suficiente, parte do teto de uma sala de aula do Colégio Estadual Stella Matutina, no bairro Tanque, em Jacarepaguá, desabou, na manhã desta segunda-feira (18), e deixou cinco alunos feridos. 

Para completar o cenário caótico, há carência de vários funcionários nas escolas (porteiros, inspetores, faxineiros, coordenadores, professores...) e os professores estão há cinco anos com o salário congelado e pagando 14% para o Rioprevidência (antes era 11%).


E o que o novo Secretário tem feito a respeito?
Enquanto isso, o secretário Pedro Fernandes ainda afirma que muitas crianças e jovens não vão conseguir estudar por falta de vagas, e fica jogando a culpa para os antigos governos enquanto ele mesmo não toma atitudes para resolver essa situação!


O verdadeiro problema da educação é que o dinheiro que tinha que ir pra merenda, salários e reformas nas unidades está indo pro bolso das empresas através das isenções fiscais!
Precisamos mudar esse quadro através de muita luta e organização no próximo período! 
Precisamos ocupar todos os turnos das escolas e exigir que mais unidades venham a ser reabertas!

Ian Vitor  - Diretor de Escolas Estaduais da AERJ
Henderson Ramon - Diretor de Políticas Educacionais da AERJ


Nessa terça-feira, nós junto com o grêmio do Infante Dom Henrique fizemos um tour na escola pra denunciar o descaso e abandono da secretaria de educação com as escolas estaduais.

Um problema que já fica evidente ao se passar nas salas é o calor. Todas as salas possuem ar condicionado, mas nenhum deles funciona. E sabemos que desse jeito fica complicado se concentrar na aula e ter um bom rendimento.

Outros problemas denunciados pelos alunos foram a falta de comida, principalmente para os alunos do turno da tarde, além da precariedade em que se encontra a sala de informática, que mais se parece com uma sala de depósito e nenhum computador funciona.

A escola também enfrenta diversos problemas estruturais, como na questão da eletricidade, rachaduras e o que mais choca: a situação da quadra de esportes.

A quadra se encontra interditada há dois anos, aguardando reforma, mas agora vem sendo utilizada para que os alunos possam treinar para a competição de jogos. A situação da quadra coloca em risco a vida dos alunos e a própria escola, pois corre o risco de desabar.

É muito revoltante observar o estado de sucateamento em que os colégios estaduais se encontram. Isso é fruto do total descaso do governo do estado com a educação pública. Enquanto eles dizem não ter dinheiro para reformar nossas escolas, perdoam dívidas bilionárias de empresas privadas como a Supervia.

O problema nunca foi falta de dinheiro, mas sim de prioridade com a educação e com vida da juventude que frequenta o ensino público. Não querem nos ver nas universidades e sim servindo de mão de obra barata em empregos cada vez mais precarizados.


Mas não basta ficar indignado. Para lutar contra os crescentes ataques que a educação pública vem recebendo, é preciso se organizar. Por isso, o grêmio do CE Infante Dom Henrique já demonstrou interesse em participar do Conselho de Entidades de Base da Aerj e tocar essa luta com a gente!


Veja o video da denucia em: https://www.facebook.com/aerj.ato/videos/1860515000650218/











Em maio de 2017, a secretaria estadual de educação (Seeduc) do Rio de Janeiro postou uma portaria, em seu site, na qual afirmava suspender o funcionamento do passe livre intermunicipal rodoviário para a rede federal e municipal de todo o Rio de Janeiro sem dialogo nenhum com qualquer entidade estudantil representativa, com as instituições escolares atingidas e pela sociedade civil. Tal ato deixaria mais de 27 mil estudantes sem um meio para conseguir concluir seus cursos técnicos em todo estado.Além da falta de dialogo não houve nenhum aviso prévio da seguinte medida oque fez com que nós fossemos informados pela imprenssa e midia que teriamos que começar a pagar passagem a partir da próxima segunda-feira. De imediato, todos os estudantes de colégios afetados começaram a se mobilizar por meio de assembleias em seus colégios e aprovaram de realizar um grande ato na segunda-feira seguinte em defesa do direito de ir à escola. A pressão dos estudantes foi tão grande e forte que a secretaria voltou atrás de sua decisão, antes mesmo do ato acontecer. E prorrogou o corte para o dia primeiro do ano de 2018. O que foi suficiente para dar gás a organização da jornada de lutas em defesa do passe-livre. Após o ato, diversas reuniões foram marcadas na casa do estudante, a sede da AERJ e FENET, para construir junto com os grêmios muita mobilização nas ruas, com direito a ocupação da ALERJ e uma carta endereçada ao MEC exigindo a defesa do acesso ao transporte para os estudantes chegarem a suas escolas.





Desse modo, com muita garra e luta, foi conquistada uma lei (lei 7830 de 2018) que garante a permanência do RioCard intermunicipal para os estudantes de nível fundamental, médio e técnico. O que ampliou o direito à gratuidade em transportes para os estudantes que cursam apenas o ensino técnico após a conclusão do ensino médio, isso é, o ensino técnico subsequente. Isso foi uma conquista histórica do movimento estudantil para esses estudantes excluídos do direito de chegar a escola. Entretanto, a Seeduc alegou que o novo texto da lei da gratuidade no transporte não diz respeito a esses estudantes e que eles não se enquadram no direito. O que nos levou a uma nova luta, protagonizada, agora, pelos estudantes técnicos subsequentes ao ensino médio, com isso conseguimos a construção de um novo projeto de lei (4021 de 2018) que garante o direito ao passe a todos os estudantes de nivel técnico, eija e subsequente, inclusive redes que não estavam abonadas pela lei anterior com os estudantes da FAETEC.



Para um projeto de Lei ser aprovado na ALERJ ele precisa passar por duas votações na ALERJ, correndo o risco de ter emendas que as vezes ajudam porém pode atrasar muito a aprovação do mesmo, depois de aprovado o projeto vai para o sanção do Governador do Estado em exercicio, se o governo sanciona o projeto é vitória garantida porém se o Governo veta o projeo retorna para a ALERJ que tem o poder de acatar ou rejeitar o veto do governador com um quorum de no minimo 36 votos a favor da derrubada do Veto. Seguindo essa linha de raciocinio, na primeira votação do PL 4021 o deputado estadual Paulo Ramos - PDT, propos uma emenda que garantisse o passe intermunicipal também para TODOS os estudantes Universitários do Estado do Rio de Janeiro, sem antes combinar com o movimento estudantil tal iniciativa. Pós primeira votação, nós da AERJ e da FENET que organizamos a mobilização sobre o inicio do projeto 4021 que só falava sobre técnicos EJA e Sub-sequentes, logo tinhamos um fato novo que com certeza beneficiaria muito mais estudantes de todo estado.
Com isso convocamos uma reunião em nossa sede no dia 19 de julho e convidamos varios DCEs, CAs, entidades, movimentos e fizemos um evento no facebook com o intuito de chamar a todos para se somar nessa grande batalha do Movimento estudantil.




Nesse dia o problema já era a segunda votção do Projeto entrar em pauta, pois ele só pode ir pra sanção do Governador depois de passar por duas votações na ALERJ. Quem tem o poder de botar os PLs em pauta na ALERJ é o presidente da casa, atualmente André Ceciliano - PT, que passou a ser o auvo de nossa mobilização, no dia 14 de agosto fizemos um ato na porta da ALERJ com um público de 200 estudantes de todo o estado e saimos dali com uma agenda com o Presidente no dia 20 de etembro, véspera do próximo ato que tinhamos marcado para manter a pressão na ALERJ, o Presidente só nos recebeu depois do ato do dia 21, pois secundaristas e universitários ocuparam as galerias da ALERJ e fizeram um bonita agitação cobrando respostas dos deputados, com isso agendamos para o dia 24 de setembro uma audiencia com o Presidente para que ele recebesse todas as entidades que a essa altura tinham se somado a mobilização e que se comprometesse a por em pauta a segunda votação do projeto.




O Presidente da ALERJ nos recebeu, anunciou que botaria em pauta o projeto no dia 28 de setembro porém que por mais que passe na ALERJ a possibilidade de VETO do Governo é grande pois nas palavras dele "o projeto é muito amplo, não faz recortes de renda e não tem fonte de custeio na crise que o estado passa", e também afirmou "a possibilidade de derrubarmos o veto na casa é muito grande porém se o Governo entrar na justiça contra o projeto ficariamos de mãos atadas" nesse intuito não abrimos mão que o projeto entrasse em pauta e cobramos o compromisso que se no pior dos cenarios o projeto caisse pelos argumento apresentados já iriamos começar a construir um com todos esses detalhes e que queriamos o compromisso da Presidencia de por em pauta, o Presidente se comprometeu e colocou como combinado a segunda votação do projeto para o dia 28 de agosto.




Chegando ao dia 28 de agosto, foi muito importante essa vitória do movimento estudantil, se mobilizaram estudantes de todo o estado e de inumeras universidades, movimentos que até então não estavam muito engajados e que passaram a se somar e com isso fizemos uma bonita agitação e um bonito ato dentro e fora da ALERJ conseguindo a aprovação em segunda votação na casa. QUAIS SÃO OS PRÒXIMOS PASSOS: O Governo a partir de hoje, dia 29 de agosto tem 15 dias uteis para VETAR ou SANCIONAR o projeto, sancionando a gente só comemora, vetando, nós do movimento estudantil vamos tem que se mobilizar muito mais para derrotar o governo nessa votação do VETO na ALERJ e continuaremos nos articulando para garantirmos essa vitória nesse momento e não mais esperar promessas, por isso que no dia 31 de agosto as 14 horas na sede da AERJ ira acontecer uma reunião com todos que querem se somar a essa mobilização e garantir essa vitória de fato. Só a luta muda a vida! Sanciona Pezão! AERJ somos nós!

Rafael Figueira - Tesoureiro da AERJ
Henrique Freitas - estudante do IFRJ Maracanã e da FENET





CARTA DE APOIO DA AERJ, FENET, E MOVIMENTO DE MULHERES OLGA BENÁRIO

Recentemente explodiram séries de denuncias contra abuso de professores às alunas. Começou com a hashtag #AssédioÉHábito das alunas da rede de escolas e cursos privada PENSI e isso criou uma indignação entre alunas de diversas escolas.

Infelizmente casos como esse não começaram agora. Casos de violência contra mulher e pedofilia acontecem há muito tempo, pois fazem parte do machismo estrutural da nossa sociedade e da famosa cultura do estupro que nos fazem normalizar certas situações que passamos no nosso dia-a-dia.


A verdade é que se nos sentimos desconfortáveis é assédio, não uma "mera paquera" como querem nos fazer acreditar. Fazer denuncias podem se tornar desconfortáveis e complicadas por sermos menores de idade. A escola particular persegue e não quer fazer disso um assunto em discussão por não quererem ter a imagem manchada. Nas escolas estaduais deve ser aberta uma sindicância contra o professor na SEEDUC e nas federais processos administrativos. Mas assédio é crime! Todos esses assediadores podem ser denunciados e arcarem com processos criminais em suas costas!




Por isso a importância da nossa união em torno dessa pauta. Precisamos mobilizar todas as estudantes, pais e mães com a nossa luta para que as escolas e toda a nossa sociedade sejam ambientes acolhedores para as mulheres. Querem nos calar com projetos como Escola sem Partido e denuncias contra a discussão de gênero e sexualidade nas escolas. Não podemos desistir e por isso é fundamental que nos organizemos!








Será que é mesmo doença? 


Até 1990 era, mas desde então deixou de ser, vivemos em tempos de retrocesso, onde ser homossexual pode voltar a ser considerado doença como era a 28 anos atrás. Querem nos dizer que é anormal, mas a verdade é que o que realmente é fora do comum é o nosso país ser um dos países que mais mata LGBT'S no mundo!O que precisa ser tratado é o preconceito, não precisamos de reversão sexual, não precisamos de cura gay, precisamos de respeito, e vivemos lutando dia a pós dia, pela vida de cada pessoa que vive aterrorizada com medo de ser quem realmente é, porque esse sistema doentio simplesmente decidiu que não podemos ser quem somos, porque não nos encaixamos nos padrões que eles criaram. Não precisamos de padrões, precisamos de uma sociedade justa, precisamos de políticas públicas, precisamos debater esses assuntos com toda a sociedade e não nos vendar.
Lutamos também por segurança, sim, precisamos de segurança, para que possamos andar nas ruas e não correr o risco de ser apedrejado ou até mesmo morto, como acontece todos os dias nas ruas das cidades do nosso país, vivemos uma triste realidade e precisamos muda-lá. Ser LGBT, não é doença e muito menos vergonha, pelo contrário ser LGBT é ter orgulho de ser quem é, carregamos toda uma história e um histórico de luta, e se você tá pensado que a luta acabou, fique sabendo que ela tá só começando!






"Então quer dizer que é doença

Amar deve ser mesmo doença

Em uma sociedade tão individualista , sem crença
Que por qualquer coisa arruma desavença

Amar é ir contra o sistema
Então deixa eu ver se entendi

São malas e caixas cheias de dinheiro



Que eu e você paga. Saindo de Brasília, nego nem disfarça. 


É todo dia a mesma trapaça.

São filas imensa do SUS que parece que não anda, e não anda, porque não tem como andar , pois não tem tantos médicos 
para atender em um só lugar



Pois falou investimento... É crise!



Diz eles pra você, mas eu me espantei em ver 



tantas caixas de dinheiro na TV. 

É crime e parece que ninguém ver


E nessa sociedade que já tem tantos problemas

Amar ao outro virou sinônimo de doença









A sua homofobia é uma ofensa

Você mecheu com as minhas cores

Jogou meu Glitter no chão
Quis me ofender me chamando de gay, de sapatão

Tentou me impor suas regras, mas eu não me encaixo nos seus padrões. 
Pois eu não me importo com sexo, a aparência. Prefiro conhecer a essência de seu coração.


Agora eu afirmo e reafirmo, para o armário eu não vou voltar 

E se tentar me obrigar, vai me ver lutar
Não é homossexualidade que deve tratar, é o seu preconceito que deve curar."