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COVID-19 | Programa da AERJ para lidar com a pandemia do coronavirus.







#AERJ #COVID19 #Quarentena #Saúde #Estudantes #Solução #Enem #Ead

Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro
Rua República do Líbano, nº 35 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
CNPJ: 13.248.184/0001-55
aerjnaluta@gmail.com
022 98137-4838


ABAIXO AO AED !!!

O Ministério Público acaba de recomendar a suspensão do EaD e deu 72 h pro secretário Pedro Fernandes se explicar sobre o processo.

A educação pública resiste!

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SEEDUC RECUA COM PROJETO DE LEI QUE
REGULAMENTA O EAD NO RJ.

Após audiência pública da Comissão Permanete de Educação da ALERJ, que contou com o presença de diversas entidades e autoridades a SEEDUC juntamente com seu porta-voz Sergio Fernandes - Deputado, tirou de pauta o Projeto de Lei n° 3036/2020 que daria carta branca para implementação do Ensino a Distacia na Rede Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro, vale ressaltar que a SEEDUC não compareceu à audiência pública e concomitantemente a ela o Secretário Pedro Fernandes realizava mais uma de suas lives afirmando que o EAD ia contar como dias letivos e que não haveria prejuízo no calendário escolar, pois antecipou o recesso do meio do ano nesse meio tempo da implantação da plataforma do classrom.
O ponto principal discutido na Audiência Pública foi exatamente esse, a suposta implementação do EAD pela SEEDUC, que não há nenhuma portaria ou decreto que autorize tal feito.

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DITADURA SE REPUDIA!

Hoje, dia 31 de março de 2020, completa-se 56 anos do golpe de 1964, que impôs o fim das liberdades democráticas e instaurou um governo ditatorial e repressivo que durou 21 anos. Buscava-se silenciar as vozes de todos aqueles que lutavam, que resistiam: os sem-terra, os operários, os trabalhadores dos mais diversos setores, universitários e secundaristas que lutavam por um futuro de justiça e igualdade social. Contra o regime, diversas vozes se levantaram, resistiram e foram reprimidas, mas ainda nos inspiram até hoje.
 Dentre os que ecoaram suas vozes pela liberdade, está Marcos Nonato da Fonseca, estudante do Colégio Pedro II, militante da Ação Libertadora Nacional (ALN) e, atualmente, patrono da AERJ. Considerado pela narrativa oficial um terrorista subversivo de alta periculosidade, Marcos foi assassinado no dia 14 de junho de 1972, aos 19 anos, por lutar pelos seus ideais.
 Sua mãe guarda a última carta que escreveu à família, em 30/12/1971: “Estou escrevendo novamente, depois de um longo tempo sem mandar notícias. (...) O povo perdeu combatentes de valor, como Marighella, Câmara Ferreira, Lamarca e tantos outros. Mas, apesar disso, nossa luta não terminou, porque é a luta de um povo contra seus opressores. Estou me lembrando que amanhã vai fazer dois anos em que estivemos juntos pela última vez. Foi numa passagem de ano de 69 para 70... Não me arrependo do caminho que escolhi... Até uma outra vez. Seu saudoso filho”.
 Também secundaristas, Edson Luís, Manoel Lisboa, Nilda Cunha, Iara Iavelberg, Luiz Eurico Tejera Lisbôa, Emmanuel Bezerra dos Santos, Marcos Antônio Dias Baptista e muitos outros gritaram contra o governo que atacava e explorava o trabalhador. Foram presos, torturados, e alguns até mortos, porém a batalha pelos nossos direitos seguiu firme. A voz dos secundaristas que estiveram na resistência não se calou, mas, pelo contrário, se multiplicou. Para que não se esqueça, para que nunca mais aconteça, hoje gritamos DITADURA NUNCA MAIS.

PARA QUE NÃO SE ESQUEÇA!
PARA QUE NUNCA MAIS ACONTEÇA!

#DitaduraNuncaMais #AERJNaLuta #AERJ #Estudante #MarcosNonato #Ditadura

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Edson Luís de Lima Souto
Estudante secundarista assassinado por policiais militares que invadiram o restaurante Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, no dia 28 de março de 1968, durante uma manifestação estudantil que reivindicava melhor qualidade na alimentação. 
 Edson tinha 18 anos e era um dos 300 estudantes que jantavam no local. Outro deles, Benedito Frazão Dutra, também ferido a bala, foi levado para o hospital, mas não resistiu ao ferimento e morreu. Os estudantes conseguiram resgatar o corpo de Edson Luís e o carregaram em passeata pelo centro do Rio até as escadarias da Assembleia Legislativa, na Cinelândia, onde foi velado. 
 O assassinato desse jovem despertou o protagonismo estudantil e logo após houve a manifestação dos cem mil contra a ditadura militar, em que pese estava vigorando o AI5 e mesmo assim os estudantes saíram às ruas para expor suas indignações contra o facismo. Desde então todos os anos no dia 28 de março esse herói do movimento estudantil é saudado e lembrado por ter sido morto covardemente lutando por assistência estudantil. Assassinaram Edson Luís, mas nunca vão tirar ele de dentro de nós.

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No dia 20 deste mês nós lançamos uma nota repudiando a fala do Presidente Jair Bolsonaro sobre a aplicação do Ensino à Distância nas unidades escolares. Três dias depois, o Secretário de Educação do RJ, o Sr. Pedro Fernandes, sem nenhuma discussão prévia, anunciou que o EaD seria aplicado nas escolas Estaduais do Rio de Janeiro e junto a isso disse que seria distribuído material para os estudantes que não tem acesso a internet.

Nossa Constituição Federal diz que o ensino público obrigatório terá garantia de padrão de qualidade e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação prevê que todo cidadão tem direito a este ensino.

Porém como será garantido que todo cidadão terá acesso à esses modelos de aula?
O governo estadual age como se a rotina das pessoas estivesse normal, e desconsidera o fato de que ninguém deveria ir nas escolas buscar material para estudo.
Além disso, mesmo com estudantes que possuem internet, é irreal imaginar que todos possuem grande pacotes de dados e suporte para baixar o programa necessário, sem contar que em várias famílias existem diversos alunos em diversas séries diferentes que teriam que assitir a aula ao mesmo tempo.

COM ISSO REITERAMOS:
"As aulas on-line exigem internet e equipamentos de qualidade, o que não é realidade para milhares de estudantes que hoje cursam as instituições públicas
de educação.
Ao defender aulas on-line, o Governo Bolsonaro desconsidera que existe uma sobrecarga intensa sobre toda a juventude que esta tentando organizar sua rotina dentro da quarentena.
Desconsidera o caráter pedagógico da aulas presenciais e as características específicas de cada disciplina e curso, entre outros.
Não se pode exigir que os estudantes interajam de forma eficaz com o conteúdo online, sem o contato cultural prévio de acesso a ambientes virtuais.
Aprendizado não é apenas na a parte teórica! A parte prática e a socialização dos jovens são necessárias para que a formação do estudante esteja completa.
Deste modo a aula online é um retrocesso na educação brasileira. Bolsonaro é incapaz de entender isso porque é incompetente e cada vez fica mais claro que está se lixando para a saúde do nosso povo, com as medidas e entrevistas recentemente divulgadas. Seu único papel é privilegiar um punhado de ricos que estão no poder de encher mais seus bolsos de dinheiro."
https://www.aerjnaluta.ato.br/2020/03/quarentena-nao-e-ferias.html?m=1 - (Nota AERJ 20.03.20)

A AERJ - Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro, repudia veemente o Ensino EAD imposto a comunidade estudantil do Estado, essa forma de ensino não é igualitária, assim excluindo os alunos que não tem condições de portar um aparelho tecnológico para acompanhamento das aulas online. Vale ressaltar que em nenhum momento houve consulta prévia a comunidade escolar, tendo como característica o imposicionismo e o autoritarismo, onde só tem voz o governo.

A população Brasileira está fragilizada com a pandemia do COVID 19, muitas famílias passando por necessidades, boa parte delas tem como meio de sustento o trabalho informal,  existem alunos na rede que só tem uma alimentação no dia, que é a merenda escolar.
Abrir a unidade escolar e disponibilar a merendeira para servir a refeição não é a solução, pois essa medida colocaria em risco todos do ambiente: a diretoria escolar, as merendeiras e a comunidade. É necessário que o Governo Estadual venha garantir de forma permanente e segura a alimentação dos alunos e de suas famílias, tendo em vista que é um direito básico e garantindo constitucionalmente.

Precisamos exigir que o governo forneça cestas básicas as famílias dos estudantes que precisam!

Não sabemos quanto tempo essa epidemia irá durar, e precisamos discutir juntos as soluções para nossa educação. Não iremos aceitar estas medidas impostas sem diálogo, que na prática fazem gerar mais dúvidas do que esclarecimentos aos estudantes!

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QUARENTENA NÃO É FÉRIAS!!!

Nota da AERJ - Associação dos Estudantes Secundaristas do Rio de Janeiro sobre a pandemia do coronavírus e as medidas tomadas pelos governos

Rio de Janeiro, 20 de março de 2020.

 A Organização Mundial De Saúde - OMS, decretou que estamos em pandemia mundial devido ao novo coronavírus,  cientificamente chamado de covid-19.
Vários países do mundo já estão sendo afetados por diversos casos deste vírus e aqui no Brasil já passaram dos 500 casos já confirmados da doença.

Os dois principais centros de contaminação no país são São Paulo e Rio de Janeiro, devido a isto várias medidas estão sendo tomadas pelos governos para conter a pandemia.

 Todas as aulas foram canceladas e diversos serviços pararam de ser realizados. Porem no meio desta crise da saúde, estamos presenciando uma serie de ataques aos nossos direitos.

 Mesmo sem ter amparo legal, o governo Bolsonaro, através da Portaria Ministerial do Ministério da Educação MEC nº 343, de 17 de março de 2020, autorizou, em caráter excepcional, a substituição das disciplinas presenciais em andamento por aulas que utilizem meios e tecnologias de informação e comunicação por ensino a distancia, exceto nos cursos de medicina, estágio obrigatório e disciplinas que exigem laboratórios.

 As aulas on-line exigem internet e equipamentos de qualidade, o que não é realidade para milhares de estudantes que hoje cursam as instituições públicas 
de educação.

 Ao defender aulas on-line, o Governo Bolsonaro desconsidera que existe uma sobrecarga intensa sobre toda a juventude que esta tentando organizar sua rotina dentro da quarentena. Desconsidera o caráter pedagógico da aulas presenciais e as características específicas de cada disciplina e curso, entre outros.

 Não se pode exigir que os estudantes interajam de forma eficaz com o conteúdo online, sem o contato cultural prévio de acesso a ambientes virtuais.

 Aprendizado não é apenas na a parte teórica! A parte prática e a socialização dos jovens são necessárias para que a formação do estudante esteja completa. 

 Deste modo a aula online é um retrocesso na educação brasileira. Bolsonaro é incapaz de entender isso porque é incompetente e cada vez fica mais claro que está se lixando para a saúde do nosso povo, com as medidas e entrevistas recentemente divulgadas. Seu único papel é privilegiar um punhado de ricos que estão no poder de encher mais seus bolsos de dinheiro.

 A AERJ repudia veementemente o governo e  sua política educacional mediante a eminência da epidemia do COVID 19, tendo em vista que fere os direitos democráticos e do saber humano.

 Repudiamos a atitude do governo estadual de antecipar as férias escolares ao invés de debater com as comunidades acadêmicas e entidades sobre reposição das aulas. Ao fazer isso, o governo deixa claro que jamais se preocupou com o acesso da juventude a atividades culturais e esportivas, e nos trata apenas como objetos mercadológicos nesse sistema. Além disso, as férias escolares garantem alívio psicológico diante da pressão do ambiente escolar, por sua vez, a quarentena tem o efeito oposto, gerando pânico!

 Entendemos que a quarentena é uma medida para resguardar a população de expandir o vírus pelas cidades, por isso não pode ser considerada férias recreativas.
Este quadro de quarentena não é visto no mundo desde a 2° guerra mundial.

 AERJ se preocupa com a saúde dos Estudantes e por isso defende a suspensão total das aulas em todas as instituições de ensino básico do Estado do Rio de Janeiro, sem prejuízo para os discentes, docentes e administrativos. Defendemos ainda que os estudantes que necessitarem de apoio do Estado, já que não vão utilizar mais a oferta de alimentação das escolas com o seu fechamento, recebam cestas básicas para suprir essa carência.

 Em tempo, enfatizamos a importância do isolamento domiciliar e do protocolo de proteção contra o COVID-19.

_Contra o Ensino a Distância em épocas de crise!_
_Pela imediata revogação da Emenda Constitucional nº 95/16!_
_Em defesa do SUS e da Saúde Pública!_
_Em defesa do ensino, pesquisa e extensão públicos e gratuitos!_
_Pela imediata reorganização do calendário escolar!_

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FIQUE EM CASA MAS CONTINUE NA LUTA!


Hoje aconteceria uma Grande Manifestação em defesa da Educação e do funcionalismo Público sendo adiada em virtude da pandemia do COVID 19. Vale ressaltar que preservamos pela saúde de nossa população e que o mais breve possível o Rio de Janeiro vai Tremer!

#FORABOLSONARO
#FORAWEINTRAUB
#DITADURANUNCAMAIS

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O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO APRESENTA RELATÓRIO ANUAL À COMISSÃO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DA ALERJ.

Fala galera, ontem, 04 de março, a AERJ se fez presente na 1° Audiencia Pública da Comissão de Educação do Estado do Rio de Janeiro, onde o CEE apresentou seu plano anual de gestão. 
O Conselho Estadual de Educação, frisou que o Estado não está lhe repassando a verba devida e que por conta disso vem enfrentando vários problemas, entre eles a estrutura do prédio do Conselho que precisa de reformas.
O CEE Enfatiza que a legislação em vigor é muito antiga, de 1998, afirma também que por conta da legislação não conseguem aprovar atos normativos e publicações, por conta de não ter um Regimento  pareado com a legislação vigente, o mesmo se colocou a disposição dos Estudantes para que seja debatido a questão do espaço estudantil no conselho, tendo em vista que a normativa regulamentadora não inclui o corpo discente no quadro dos conselheiros, por conta da lei ser obsoleta.
A AERJ pediu que o conselho desse mais atenção nas fiscalizações das unidades escolares, principalmente nos CIEPs que estão sendo descaracterizados pela SEESUC.

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Hoje, dia 21,  a AERJ participou da 1° reunião de 2020 do Fórum Municipal de Educação, onde a entidade tem um assento. Foi discutido os indicadores da educação municipal e a Conferência Municipal de Educação.

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Vitória dos Estudantes, Governo recua na construção de salas improvisadas no pátio do CIEP 321 Dr Ulysses Guimarães.

Alunos e Professores do Ciep 321 ocuparam a unidade escolar do dia 24 janeiro ao dia 27, em plena férias escolares, afim de reivindicar pelo o espaço do pátio, onde a SEEDUC estava construindo salas improvisadas para suprir a carência da rede.


Com a construção dessas salas improvisadas, o CIEP Perderia todo espaço do pátio coberto que é utilizado para lazer e cultura, onde ocorrem várias intervenções culturais  como: danca, apresentações teatrais, roda de capoeira, entre outras.  Vale ressaltar que o estudante tem esses direitos garantidos pelo ECA e o Estatuto da juventude. A construção das  salas improvisadas, causam desigualdade, pois não terão a mesma qualidade das salas de alvenaria, considerando que não terão as condições acústicas necessárias, nem iluminação ou ventilação adequadas, contrariando as normas técnicas que regulam a construção dessas dependências. Os alunos alertam ainda, que a construção dessas salas reduziria a área de circulação dos alunos, que teriam um espaço inadequado para circulação e evacuação do CIEP, em caso de uma eventual emergência, sendo, por isto, um risco anunciado de acidentes.


No dia 27, o Secretário Estadual de Educação, compareceu à unidade escolar para conversar com os alunos e professores sobre essa questão, os reivindicantes apresentaram um projeto, que distribuía essas salas em outros espaços obsoletos do Ciep, pois o secretário disse que as vagas paras as novas salas já estavam preenchidas e que esses alunos precisavam estudar. Pedro Fernandes deu autonomia a comunidade escolar, para redistribuir as salas no espaço do Ciep, 4 salas foram retiradas do pátio, também se comprometeu em construir um anexo para comportar esses alunos, até o final do ano.
 Em tempo, os estudantes colocam em pauta que até a presente data não foi encaminhado à escola um mediador para os alunos especiais e tão pouco houve a troca dos aparelhos de ar condicionado que estão obsoletos.


O Secretário, Pedro Fernandes, disse que a licitação para contratação de mediadores está em andamento, que essa semana transferiu recursos para a unidade instalar os aparelhos de ar condicionado e que os aparelhos já foram comprados, só falta a empresa entregar, mas que será em breve, no mais tardar antes  do final de março.



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VENHA FAZER PARTE DESSE TIME!!!




















ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES DE ALUNOS PARA O PRÉ-VESTIBULAR DA AERJ

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ESTUDANTES DO RJ ORGANIZADOS PRA LUTAR PELA EDUCAÇÃO EM 2020



 Sábado, dia 10, ocorreu a primeira reunião da diretoria plena da AERJ deste ano, diversos estudantes de várias cidades do Estado se encontraram na casa dos Estudantes e traçaram várias mobilizações pra este novo período.
 Foi colocado em pauta: o calendário da instituição, o CONUBES e o ENET 2020, também debatemos sobre a UBES que queremos, uma entidade combativa que defende inteiramente os direitos dos Estudantes.


https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2899563566755675&id=459814367397286&sfnsn=scwshmo&extid=Qou1Yse4Ur5V4F0x

https://twitter.com/aerjnaluta/status/1216509854204022784?s=21


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Bolsonaro espera comemorações de natal para atacar os institutos federais e universidades

A Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro (AERJ) vem a público manifestar seu repúdio à MP 914, publicada ontem, véspera de Natal (24/12), por Bolsonaro. A MP permite que ele escolha o reitor dos institutos federais e universidades entre os três primeiros mais votados de uma lista tríplice. Ele também diminuiu o peso do voto de alunos e técnicos para 15% em contraste com os 70% para professores. E, esse reitor escolhido pelo presidente, agora será o responsável por escolher os diretores gerais de cada unidade. Durante esse ano, o presidente já tem nomeado interventores e atacado a autonomia dos institutos federais, como mostra o caso de Marcelo Nogueira no CEFET/RJ.

Antes dessa medida, as eleições para reitor e diretor geral nos Institutos Federais de Educação aconteciam de forma direta e com igual peso entre professores, técnicos e alunos. Agora, caso essa medida seja aprovada no Congresso Nacional, todo o processo democrático fica comprometido, acabando com a autonomia dos IFs.

Essa medida tem como único objetivo aumentar a interferência do governo na administração das autarquias federais, coisa completamente autoritária e ilegítima, possibilitando ao presidente colocar seus aliados nas reitorias e diretorias gerais dos colégios federais, cerceando o direito dos estudantes de se organizar e possibilitando controlar de forma mais direta o movimento estudantil, que foi ponta de lança em manifestações por todo o Brasil contra outras medidas antipopulares do governo.

Essas ações totalmente antidemocráticas do Governo Bolsonaro mostram a todo o corpo discente o desprezo que esse governo tem com a educação e com os estudantes, sendo necessário cada vez mais fazer frente a essas medidas e a esse projeto de desmonte da educação pública, ocupando todos os espaços possíveis e lutando por nossos direitos.

Por um 2020 de lutas!
Abaixo a MP 914!
Abaixo o governo Bolsonaro!
Fora Weintraub.

https://www.instagram.com/p/B6gXeA8Jru6/?igshid=bo57th2ptxj3

https://twitter.com/aerjnaluta/status/1209908422499590149?s=21

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PELA PRIMERA VEZ NA HISTÓRIA A SEEDUC NÃO APRESENTA SEU BALANÇO ANUAL NA ALERJ

     

   A Associação dos Estudantes Secundaristas do Estado do Rio de Janeiro, repudia veementemente a SEEDUC por não comparecer em Audiência Pública da Comissão Permanente Estadual de Educação da ALERJ, que seria discutindo o balanço anual da secretária nos anos 2018/2019.  Vale ressaltar que as audiências públicas são de caráter obrigatório, pois são previstas em lei que prevê a presença da secretária estadual de educação. Provavelmente essa atitude do governo é mediante as obstruções da oposição na ALERJ contra um pacote do governo, entre as metas apresentadas está a implementação das escolas cívicas-militares. Na perspectiva do direito à educação, viola o artigo 206 da Constituição da “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber”, do “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas” e da gestão democrática do ensino público. O art. 15 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação regulamenta a prerrogativa de autonomia das escolas, progressivamente assegurada, em vertente oposta à intervenção de militares na gestão escolar. Os objetivos e propósitos das Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica não comportam o princípio pedagógico dessas escolas, definido como “hierarquia e disciplina”. Quanto aos profissionais do magistério, a militarização viola o art. 61 da LDB, que delimita que estão legalmente autorizados ao trabalho no ensino os professores e os trabalhadores da educação com habilitação específica.
   Além de inconstitucional, a militarização viola os tratados internacionais assinados pelo Brasil, especialmente a Convenção sobre os Direitos da Criança, de 1989, ratificada e promulgada no Brasil na década de 1990 e que sujeita o país ao monitoramento internacional rotineiro.


   Mesmo com a ausência da SEEDUC as representações fizeram diversas denúncias do descaso da secretaria entre eles: A Alienação dos Grêmios Estudantis e que os mesmos estão exercendo funções diversas nas escolas, a Promessa de construção de 16 escolas que não foi cumprida, descentralização de verbas, reajuste inflacionário, carência de vagas, falta de professores, a maioria dos professores GLPs são habilitados e não lecionam sua disciplina de origem, descaso com o C.E Stella Matutina, a direção autoritária do C.E Maria Teresinha, entre outras. Em tempo, todas as representações clamaram pela aprovação do PEE(Plano Estadual de Educação).
   Em toda história de SEEDUC nenhuma gestão deixou de apresentar seu plano anual, isso afere o descaso do Estado com o corpo discente e docente do Estado do Rio de Janeiro, provando sua meta principal que é o desmonte da Educação Pública.

“Vivemos no Brasil um quadro no qual temos uma parcela enorme da população que não conclui o ensino fundamental e médio. Anualmente, precisamos acompanhar as condições de acesso à rede de educação para que possamos planejar ações que busquem a melhoria da qualidade e uma maior permanência dos estudantes. É preciso garantir o acesso ao conhecimento a todos”, afirmou o presidente da comissão da ALERJ, Deputado Flávio Serafini”

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História do Movimento Estudantil


O que é Grêmio?
    O Grêmio é a organização que representa os interesses dos estudantes na escola. Ele permite que os alunos discutam, criem e fortaleçam inúmeras possibilidades de ação tanto no próprio ambiente escolar como na comunidade. O Grêmio é também um importante espaço de aprendizagem, cidadania, convivência, responsabilidade e de luta por direitos. Por isso, é importante deixar claro que um de seus principais objetivos é contribuir para aumentar a participação dos alunos nas atividades de sua escola, organizando campeonatos, palestras, projetos e discussões, fazendo com que eles tenham voz ativa e participem – junto com pais, funcionários, professores, coordenadores e diretores – da programação e da construção das regras dentro da escola. Para resumir: um Grêmio Estudantil pode fazer muitas coisas, desde organizar festas nos finais de semana até exigir melhorias na qualidade do ensino. Ele tem o potencial de integrar mais os alunos entre si, com toda a escola e com a comunidade.

“Sonho que se sonha só é só um sonho, mas sonho que se sonha junto é realidade.” Raul Seixas

    Participar é importante para poder transformar. Se não estamos satisfeitos com alguma coisa, podemos propor alternativas e participar na sua transformação. Se estamos contentes com algo, podemos participar na sua divulgação e contribuir para que outras pessoas aprendam com nossa experiência. Isso é exercício de cidadania. Por isso é muito importante aprendermos a participar organizadamente das atividades da sociedade, da nossa comunidade e da nossa escola. E a melhor forma de aprender a participar é participando, ou seja, aproveitando as oportunidades que aparecem ou mesmo criando-as. Quanto mais estimulamos a colaboração e a solidariedade dentro da escola e em nossa comunidade, mais estaremos participando da construção de uma cidadania ativa, consciente e responsável. Esse é o desafio do GRÊMIO LIVRE ESTUDANTIL. PARTICIPE!

“Tudo o que acontece no mundo, seja no meu país, na minha cidade ou no meu bairro, acontece comigo. Então, eu preciso participar das decisões que interferem na minha vida.” Herbert de Souza (Betinho)


O movimento estudantil na História do Brasil!!!

     A juventude sempre cumpriu – e cumpre – um papel importante na História dos povos. No Brasil, também é assim. Selecionamos alguns momentos importantes em que os estudantes organizados se posicionaram, defendendo os direitos de nossa sociedade, transformando a realidade em que viviam e contribuindo ativamente na construção de um país melhor. E fizeram História. 
1710 Quando mais de mil soldados franceses invadiram o Rio de Janeiro, uma multidão de jovens estudantes de conventos e colégios religiosos enfrentou os invasores, vencendo-os e expulsando-os. 1786 Doze estudantes brasileiros residentes no exterior fundaram um clube secreto para lutar pela Independência do Brasil. Alguns estudantes desempenharam papel fundamental para o acontecimento da Inconfidência Mineira.
1827 Foi fundada a primeira faculdade brasileira, a Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Este foi o primeiro passo para o desenvolvimento do movimento estudantil, que logo integrou as campanhas pela Abolição da Escravatura e pela Proclamação da República.
1897 Estudantes da Faculdade de Direito da Bahia divulgaram, através de um documento escrito, as atrocidades ocorridas em Canudos (PE).
1901 Fundação da Federação de Estudantes Brasileiros, que iniciou o processo de organização dos estudantes em entidades representativas. 
1964 Em 1º de abril, o Golpe Militar derrubou o presidente João Goulart. A partir daí foi instituída a ditadura militar no Brasil, que durou até o ano de 1985. Neste período as eleições eram indiretas, sem participação direta da população no processo de escolha de presidente e outros representantes políticos. Os estudantes formavam uma resistência contra o regime militar, expressando-se por meio de jornais clandestinos, músicas e manifestações, apesar da intensa repressão.
1968 Em março, morre o estudante Edson Luís, assassinado por policiais no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. No congresso da UNE, em Ibiúna, os estudantes reuniram-se para discutir alternativas à ditadura militar. Houve invasão da polícia, muitos estudantes foram presos, mortos ou desapareceram, evidenciando a repressão e a restrição à liberdade de expressão que eram características desse período. Em junho deste ano ocorre a passeata dos Cem Mil, que reuniu artistas, estudantes, jornalistas e a população em geral, em manifesto contra os abusos dos militares. Em dezembro, durante o governo do general Artur da Costa e Silva, foi assinado e decretado o Ato Institucional número 5 (AI-5) que cassou a liberdade individual, acabando com a garantia de Habeas Corpus da população. O que é HABEAS CORPUS? É o instrumento de defesa contra atos arbitrários que ferem o direito de ir e vir de cada indivíduo.
1979 As entidades estudantis começam a ser reativadas. Acontece a primeira eleição por voto direto na história da UNE, quando é eleito o presidente baiano Rui César Costa e Silva. 1984 “1,2,3,4,5 mil. Queremos eleger o presidente do Brasil!!!” Diretas Já! – movimento da população, com participação fundamental dos estudantes e dos políticos progressistas, para a volta das eleições diretas para presidente no Brasil. O congresso votou a favor das eleições indiretas e Tancredo Neves foi nomeado presidente para o próximo mandato (a partir de 1985). Ficou decidido que as próximas eleições, em 1989, seriam diretas. Depois de 34 anos de eleições indiretas Fernando Collor de Melo é eleito presidente.
1992 Acontecem sucessivas manifestações nas ruas contra a corrupção no governo dando início ao movimento de estudantes chamado Caras Pintadas, que resultou no Impeachment do então Presidente da República, Fernando Collor de Melo. O que é IMPEACHMENT? É a cassação do mandato do presidente – ou outro cargo executivo – por razões de conduta que não estejam de acordo com a lei.


Grêmio passo a passo 


    Para formar o Grêmio são necessários 5 grandes passos, todos muito importantes.


1º passo - O grupo interessado em formar o Grêmio comunica a direção escolar, divulga a proposta na escola e convida os alunos interessados e os representantes de classe (se houver) para formar a COMISSÃO PRÓ-GRÊMIO. Este grupo elabora uma proposta de Estatuto que será discutida e aprovada pela Assembléia Geral.
2º passo - A Comissão Pró-Grêmio convoca todos os alunos da escola para participar da ASSEMBLÉIA GERAL. Nesta reunião, decidem-se o nome do Grêmio, o período de campanhas das chapas, a data das eleições e aprova-se o Estatuto do Grêmio. Nessa reunião também se definem os membros da COMISSÃO ELEITORAL
3º passo - Os alunos se reúnem e formam as CHAPAS que concorrerão na eleição. Eles devem apresentar suas idéias e propostas para o ano de gestão no Grêmio Estudantil . A Comissão Eleitoral promove debates entre as chapas, abertos a todos os alunos.
4º passo - A Comissão Eleitoral organiza a ELEIÇÃO (o voto é secreto). A contagem é feita pelos representantes de classe, acompanhados de 2 representantes de cada chapa e, eventualmente, dos coordenadores pedagógicos da escola. No final da apuração, a Comissão Pró-Grêmio deve fazer uma Ata de Eleição  para divulgar os resultados.
5º passo - A Comissão Pró-Grêmio envia uma cópia da Ata de Eleição e do Estatuto para a Direção Escolar e organiza a cerimônia de POSSE DA DIRETORIA do Grêmio (quem cuidará do que no Grêmio Estudantil). A cada ano, reinicia-se o processo eleitoral a partir do 3º passo.

“Ser estudante é algo muito sério. É quando as idéias se formam, é quando mais se pensa num meio de ajudar o Brasil.” Clarice Lispector.


CADASTRE SEU GRÊMIO
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