A AERJ PRESENTE EM SÃO JOÃO DE MERITI

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 No município de São João de Meriti, os estudantes vivem uma situação delicada em vários aspectos com relação aos seus direitos. Os problemas mais graves estão relacionados à falta de democracia, a não garantia de passe-livre para todos os estudantes, estruturas físicas precárias nas escolas do estaduais e o não acesso a cultura e ao lazer. 
 Em meio a todos esses problemas, a AERJ vem lutando junto com a União Meritiense dos Estudantes Secundaristas para que essa realidade mude. Muitas vezes esbarramos com a perseguição política por parte de alguns integrantes da SEEDUC através de seus diretores. Alguns acreditam que ainda estão na ditadura militar, desrespeitando a lei do grêmio livre e até mesmo a própria ética da pedagogia. Isso sem contar os casos em que estudantes são presos em salas quentes, sem ventilador e ar condicionado e sem qualquer atividade, somente para punir os atrasos, sendo que poderiam utilizar um método educativo, para os que chegam atrasados ( tortura e coisa de ditador!).
 Esse quadro da educação em São João não indigna apenas a nós, estudantes, mas também a todos os professores que entram em greve constantemente para a melhoria nas condições da educação e pela sua valorização como profissionais formadores de cidadãos críticos. A AERJ Junto a UMES-SJM esteve presente em todas as Assembleias organizadas pelos profissionais de educação. É importante essa parceria entre aluno, servidor e professor para que as mudanças em nosso sistema educacional sejam mais profundas, pois aluno e professor conhecem os problemas da rede pública e em óticas diferentes. Esta luta é essencial para a transformação da nossa sociedade. Daí a importância da formação de grêmios dentro das escolas, entidades municipais ou zonais. Qualquer tipo de mudança social tem que começar na organização das pessoas. Nossa educação irá render frutos através de muita luta, organização e união. 
  Diante de tantos casos de repressão, o mais recente deles, no Rangel Pestana, aonde a própria SEEDUC chamou a polícia para os estudantes que estão se organizando e lutando para eleger sua própria diretoria, já que a direção foi exonerada pela Secretaria de educação, simplesmente por perseguição política. Se torna mais evidente que a nossa luta tem que ser ainda maior, em defesa de mais democracia, de um passe livre de verdade para os estudantes e de uma educação pública de qualidade.
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